Muitos dos que me lêem já sabem que vou ter uma outra netinha, querendo Deus, em Novembro. O problema é que vai chamar-se M. Ora já a mana dela é M. Quero dizer: o nome não é o mesmo, mas começa pela mesma inicial.
Assim sendo, aceito sugestões de como me referirei a elas no futuro. Se M1 / M2, ou talvez Maior / Menor ou ainda, imitando esta mãe, Maius / Minus!
5.9.06
4.9.06
Saramago

Acabei de ler este livro, de que gostei muito. Saramago sabe mesmo prender-nos à leitura. Destaco:
"O que penso é que já estamos mortos, estamos cegos porque estamos mortos, ou então, se preferes que diga isto de outra maneira, estamos mortos porque estamos cegos." "Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que vêem, Cegos que, vendo, não vêem."
Embora Saramago se professe ateu, não posso deixar de estabelecer o paralelismo com a cegueira espiritual e a morte mencionadas na Bíblia, quando diz:
"Estando nós mortos, por causa das nossas culpas, Deus deu-nos a vida por meio de Cristo Jesus." "Levanta-te, tu que dormes, ressuscita, tu que estás morto, e a luz de Cristo brilhará sobre ti."
3.9.06
2.9.06
"Bòjinha, ponha a muca!"
Tradução: "Avozinha, põe a música!"
A minha neta M., dois anos e pouco, ainda tem alguns problemas com o verbo pôr/'ponhar'.
Há uns largos meses atrás, ela nunca se calava e no seu discurso ininterrupto apareciam de vez em quando umas palavras entendíveis. Agora já se entende tudo o que diz, frases longas com uma gaguez ocasional quando não lhe sai logo a palavra que quer usar. Já não precisa de deitar cá para fora a série de sons sem nexo de há tempos atrás, em que eu lhe dizia: "M., falaste em chinês, diz agora isso em português!"
Subitamente, há dias, no meio do discurso que nunca pára, sai-se com um regresso ao discurso em "chinês" e ri-se à gargalhada perante o meu ar de incompreensão. Está a gozar!
Uma gozona, esta miúda!
A minha neta M., dois anos e pouco, ainda tem alguns problemas com o verbo pôr/'ponhar'.
Há uns largos meses atrás, ela nunca se calava e no seu discurso ininterrupto apareciam de vez em quando umas palavras entendíveis. Agora já se entende tudo o que diz, frases longas com uma gaguez ocasional quando não lhe sai logo a palavra que quer usar. Já não precisa de deitar cá para fora a série de sons sem nexo de há tempos atrás, em que eu lhe dizia: "M., falaste em chinês, diz agora isso em português!"
Subitamente, há dias, no meio do discurso que nunca pára, sai-se com um regresso ao discurso em "chinês" e ri-se à gargalhada perante o meu ar de incompreensão. Está a gozar!
Uma gozona, esta miúda!
1.9.06
Setembro
30.8.06
Pai mágico
No dia em que o meu próprio pai faria 98 anos se estivesse ainda deste lado da eternidade, pergunto a quem souber: Que é feito do super-pai das três meninas? Desapareceu da blogosfera ou é azelhice minha para encontrá-lo?
29.8.06
Um ano depois de Katrina
27.8.06
Grafologia
Sempre achei muito interessante a grafologia, que não parece ser nenhuma arte de adivinhação como a astrologia e outras que tais.
Fui aqui e saiu-me isto. Quem me conhece que diga se é certo ou não.
"A inclinação de sua letra mostra que você parece ser uma pessoa equilibrada, educada. Mas é um pouco “fria” com quem acaba de conhecer. A ligação de sua letra revela organização, raciocínio lógico e razoável capacidade de adaptação. A direção de sua letra indica controle, constância e organização, especialmente nas tarefas cotidianas. A pressão que usa ao escrever sinaliza estabilidade e equilíbrio. As áreas valorizadas na sua escrita destacam controle emocional, tolerância, um certo imediatismo e tendência ao comodismo. A forma de sua letra demonstra sinceridade, capacidade de adaptação, espontaneidade; sensualidade."
Fui aqui e saiu-me isto. Quem me conhece que diga se é certo ou não.
"A inclinação de sua letra mostra que você parece ser uma pessoa equilibrada, educada. Mas é um pouco “fria” com quem acaba de conhecer. A ligação de sua letra revela organização, raciocínio lógico e razoável capacidade de adaptação. A direção de sua letra indica controle, constância e organização, especialmente nas tarefas cotidianas. A pressão que usa ao escrever sinaliza estabilidade e equilíbrio. As áreas valorizadas na sua escrita destacam controle emocional, tolerância, um certo imediatismo e tendência ao comodismo. A forma de sua letra demonstra sinceridade, capacidade de adaptação, espontaneidade; sensualidade."
26.8.06
19.8.06
18.8.06
Badajoz
Badajoz ficou na nossa memória colectiva como o sítio onde se iam comprar caramelos. Esquecemos os massacres da Guerra Civil da geração anterior à nossa.
Agora é a Maternidade onde nasce um português por dia. Ainda bem. Até bem recentemente era apenas a clínica onde morrem muitos fetos portugueses.
Agora é a Maternidade onde nasce um português por dia. Ainda bem. Até bem recentemente era apenas a clínica onde morrem muitos fetos portugueses.
17.8.06
16.8.06
12.8.06
Citação
"Estou tão fraco que não posso trabalhar. Não consigo ler a minha Bíblia; nem sequer orar. Posso apenas ficar quieto nos braços de Deus como uma criança e confiar."
Hudson Taylor
Hudson Taylor
10.8.06
Testes
Fui atrás desta amiga e descobri isto:
100% gato daria melhor comigo, não?
| You Are: 30% Dog, 70% Cat |
![]() You and cats have a lot in common. You're both smart and in charge - with a good amount of attitude. However, you do have a very playful side that occasionally comes out! |
100% gato daria melhor comigo, não?
9.8.06
Caça
Não sou fanática da PETA, mas sempre detestei a caça no que tem de sanguinário e cruel para os pobres animais selvagens.
No entanto, estes dias tenho-me dedicado insistentemente à caça de traças e suas larvas na minha despensa. Tudo começou com uma farinha que se estragou e espalhou traças, numa altura em que as minhas vertigens não me permitiram dar cabo delas como era necessário. Há semanas, antes de sair de férias, fizémos uma limpeza geral à despensa. Pensávamos nós: esquecemos uma prateleira secundária, que só tinha latas e sacos de plástico. Pois foi esse o ninho alternativo para os bicharocos.
Nas minhas caçadas acompanha-me a Migas, que descobre onde esvoaçam as traças e lhes dá guerra sem quartel. Enfim: quem não tem cão, caça com gato!
No entanto, estes dias tenho-me dedicado insistentemente à caça de traças e suas larvas na minha despensa. Tudo começou com uma farinha que se estragou e espalhou traças, numa altura em que as minhas vertigens não me permitiram dar cabo delas como era necessário. Há semanas, antes de sair de férias, fizémos uma limpeza geral à despensa. Pensávamos nós: esquecemos uma prateleira secundária, que só tinha latas e sacos de plástico. Pois foi esse o ninho alternativo para os bicharocos.
Nas minhas caçadas acompanha-me a Migas, que descobre onde esvoaçam as traças e lhes dá guerra sem quartel. Enfim: quem não tem cão, caça com gato!
8.8.06
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