Acabou-se. Desistimos!!!
Íamos muito bem na sexta-feira passada a passar dunas e desertos, quando encontrámos os senhores e senhoras representados nesta página:
http://multimedia.rtp.pt/index.php?vid=1
Cliquem no vídeo WMU do Contra-Informação de 19 de Janeiro e entendam que, com semelhante companhia, nos recusámos a andar um quilómetro que fosse!
Assim, demos meia volta e voltámos para o aconchego dos nossos lares.
21.1.07
20.1.07
6ª Razão Por Que Somos Contra o Aborto
O ABORTO É CONTRA A CONSCIÊNCIA
É um facto incontestável que ao longo da história da humanidade, por influência do cristianismo, o aborto era considerado um crime, passível de punição. Contudo, nas últimas décadas, tem-se assistido a uma tendência no sentido da desvalorização da vida humana.
A nível individual, é indiscutível a sensação de culpa que a realização de um aborto acarreta, tanto à mulher que a ele recorre como à pessoa que o pratica. Tal facto deve-se à consciência que cada ser humano possui, e que o ajuda na tomada de decisões morais. Como afirma um provérbio francês, "não há travesseiro mais macio do que uma consciência limpa."
Dr. Jorge Cruz, Médico
É um facto incontestável que ao longo da história da humanidade, por influência do cristianismo, o aborto era considerado um crime, passível de punição. Contudo, nas últimas décadas, tem-se assistido a uma tendência no sentido da desvalorização da vida humana.
A nível individual, é indiscutível a sensação de culpa que a realização de um aborto acarreta, tanto à mulher que a ele recorre como à pessoa que o pratica. Tal facto deve-se à consciência que cada ser humano possui, e que o ajuda na tomada de decisões morais. Como afirma um provérbio francês, "não há travesseiro mais macio do que uma consciência limpa."
Dr. Jorge Cruz, Médico
19.1.07
18.1.07
Inacreditável
mesmo é esta história do pai biológico e dos pais adoptivos.
Quanto a mim, se o pai biológico foi avisado da paternidade ainda durante a gravidez e não quis saber, se foi avisado já com a menina nascida, e não quis saber, como é que a justiça lhe quer entregar a criança depois de tê-lo forçado a fazer análises para determinar a paternidade?
E se a mãe biológica também decidisse uns anos depois reaver a criança, entregavam-lha?
Acho que num caso destes, não deveria subsistir qualquer dúvida sobre quem são (há 5 anos) os verdadeiros pais da criança.
Quanto a mim, se o pai biológico foi avisado da paternidade ainda durante a gravidez e não quis saber, se foi avisado já com a menina nascida, e não quis saber, como é que a justiça lhe quer entregar a criança depois de tê-lo forçado a fazer análises para determinar a paternidade?
E se a mãe biológica também decidisse uns anos depois reaver a criança, entregavam-lha?
Acho que num caso destes, não deveria subsistir qualquer dúvida sobre quem são (há 5 anos) os verdadeiros pais da criança.
17.1.07
Pilhão?
16.1.07
5ª Razão Por Que Somos Contra o Aborto
O ABORTO É CONTRA A FAMÍLIA
Os filhos são uma parte integrante e significativa de cada família, considerada um dos pilares fundamentais das sociedades civilizadas. A ênfase dada à autonomia da mulher sobre a sua gravidez prejudica o relacionamento conjugal e familiar. Aliás, sabe-se que mais de 80% dos abortos provocados resultam de relações sexuais extra-conjugais.
Sabe-se também que uma percentagem significativa de gravidezes não planeadas e mesmo não desejadas, se não forem interrompidas, levam invariavelmente ao nascimento de crianças que acabam por ser extremamente apreciadas e amadas pelos seus pais.
Por outro lado, ao impedir-se o nascimento de crianças através do aborto está-se a contribuir para o grave problema demográfico resultante da diminuição acentuada da taxa de natalidade, em muitos países ocidentais. O mesmo se verifica actualmente em Portugal, o que acarretará consequências nefastas a nível económico e social.
Dr. Jorge Cruz, Médico
Os filhos são uma parte integrante e significativa de cada família, considerada um dos pilares fundamentais das sociedades civilizadas. A ênfase dada à autonomia da mulher sobre a sua gravidez prejudica o relacionamento conjugal e familiar. Aliás, sabe-se que mais de 80% dos abortos provocados resultam de relações sexuais extra-conjugais.
Sabe-se também que uma percentagem significativa de gravidezes não planeadas e mesmo não desejadas, se não forem interrompidas, levam invariavelmente ao nascimento de crianças que acabam por ser extremamente apreciadas e amadas pelos seus pais.
Por outro lado, ao impedir-se o nascimento de crianças através do aborto está-se a contribuir para o grave problema demográfico resultante da diminuição acentuada da taxa de natalidade, em muitos países ocidentais. O mesmo se verifica actualmente em Portugal, o que acarretará consequências nefastas a nível económico e social.
Dr. Jorge Cruz, Médico
15.1.07
Ontem, na Sic
na belíssima reportagem sobre a Infertilidade, apreciei, para além da corajosa e digna intervenção da Musa, a informação dada pelo Prof. Mário de Sousa, de duas das principais causas do aumento da infertilidade na nossa sociedade:
1ª a promiscuidade desde muito cedo, que leva raparigas e rapazes a terem inúmeros problemas a nível do aparelho genital.
2ª a entrega dos jovens a comportamentos desregrados, no que diz respeito a álcool, tabaco e drogas, especialmente quando isso se efectua por picos de fim de semana.
1ª a promiscuidade desde muito cedo, que leva raparigas e rapazes a terem inúmeros problemas a nível do aparelho genital.
2ª a entrega dos jovens a comportamentos desregrados, no que diz respeito a álcool, tabaco e drogas, especialmente quando isso se efectua por picos de fim de semana.
14.1.07
Dedicação
13.1.07
Tempestade de areia

Não sei se vos disse que, após uns dias de grande calor, temos noites muito frias no deserto. Ainda por cima, dormimos numas tendinhas que não nos isolam grande coisa da temperatura exterior. Uma madrugada destas, como não conseguia dormir por causa do frio, decidi deixar as belas adormecidas das minhas companheiras, vestir-me bem e sair.
O sol nascia grandiosamente sobre o acampamento ainda quase totalmente adormecido. Como tinha deixado a minha máquina fotográfica no carro, estou a usar esta foto dos Saharamet, uns jornalistas que me acompanharam nesta belíssima visão.
Mas, como diz um hino cantado nas igrejas evangélicas, "Bem de manhã, embora o céu sereno / Pareça um dia calmo anunciar / Vigia e ora, o coração pequeno / Um temporal pode abrigar!", no decorrer da viagem desse dia, começou a surgir uma neblina acastanhada muito estranha. Em breve, entrámos no que parecia ser uma núvem densa e o vento começou a açoitar o carro. "Chuva?!", exclamou a minha T. Mas não, não era chuva: era o próprio deserto que se voltava contra nós, em forma de tempestade de areia.
Parámos, fechámos tudo o que podíamos e esperámos. Quando aquilo passou, o nosso carro estava semi-enterrado na areia. Havia areia por todo o lado e passámos umas boas horas a tirá-la como podíamos. Felizmente, o motor tinha ficado voltado na direcção contrária aos ventos e pudémos seguir viagem.
Nunca se fiem num belo amanhecer!
12.1.07
4ª Razão Por Que Somos Contra o Aborto
O ABORTO É CONTRA A CRIANÇA
Já no célebre Juramento de Hipócrates (IV a.C.), ao qual os médicos têm procurado obedecer ao longo dos séculos, é expressamente referido: "não fornecerei às mulheres meios de impedir a concepção ou o desenvolvimento da criança." Condenamos assim, veementemente, a tese de que "as mulheres têm direito ao seu corpo", na medida em que esse suposto direito colide com princípios que consideramos absolutos, como o direito à vida do nascituro, que apresenta identidade genética própria, distinta dos progenitores.
Nos países que despenalizaram o aborto, os seres humanos correm maior risco de terem uma morte violenta nos primeiros nove meses da sua existência do que em qualquer outro período da sua vida. O útero materno, que deveria ser o lugar supremo de protecção da vida humana tornou-se assim tragicamente, nas últimas décadas, num dos locais mais perigosos. Além disso, sabe-se que muitas crianças, quando descobrem que a sua mãe fez um aborto, numa outra gravidez, desenvolvem perturbações mentais que podem requerer apoio psicológico ou psiquiátrico.
Dr. Jorge Cruz, Médico
Já no célebre Juramento de Hipócrates (IV a.C.), ao qual os médicos têm procurado obedecer ao longo dos séculos, é expressamente referido: "não fornecerei às mulheres meios de impedir a concepção ou o desenvolvimento da criança." Condenamos assim, veementemente, a tese de que "as mulheres têm direito ao seu corpo", na medida em que esse suposto direito colide com princípios que consideramos absolutos, como o direito à vida do nascituro, que apresenta identidade genética própria, distinta dos progenitores.
Nos países que despenalizaram o aborto, os seres humanos correm maior risco de terem uma morte violenta nos primeiros nove meses da sua existência do que em qualquer outro período da sua vida. O útero materno, que deveria ser o lugar supremo de protecção da vida humana tornou-se assim tragicamente, nas últimas décadas, num dos locais mais perigosos. Além disso, sabe-se que muitas crianças, quando descobrem que a sua mãe fez um aborto, numa outra gravidez, desenvolvem perturbações mentais que podem requerer apoio psicológico ou psiquiátrico.
Dr. Jorge Cruz, Médico
11.1.07
Perdidas no deserto!

A T. não se cansa de elogiar a co-pilotagem da nossa amiga J., que sabe sempre para onde vamos, que nunca se engana onde é o sul para onde seguimos e onde ficou o norte onde deixou o seu querido. Chego a pensar que se tratem de piadas acerca do meu desacerto na função no ano transacto, que quase nos fez chegar ao corno de África.
Mas foi exactamente a saudade que a nossa amiga J. tem, mantém e retém do seu querido marido que nos ia causando o desastre completo. No meio dos suspiros, pegou nos mapas ao contrário, ou viu o GPS de pernas para o ar e lá fomos nós contra o morro de areia representado na imagem. Diga-se de passagem que a foto não é minha, que a minha máquina se encheu de areia, foi um jornalista chamado Luminescências que a tirou.
Ao sair do banco da areia e completamente humilhada por uma cena destas, a minha amiga T. ignorou mapas e GPSes e conduziu o carrro pelas areias quentes do deserto, como se fôssemos os três reis magos nos camelos atrás de uma estrela. Foi assim que às tantas nos vimos perdidas no deserto!
Eu só me lembrava que, se o filho da Thatcher há uns anos largos também se perdeu no deserto e a British Air Force foi mobilizada para o procurar, não seria demais que a nossa Força Aérea nos fosse buscar também...
A nossa amiga J. prontificava-se já para chamar reforços lá de casa dela, quando a T. finalmente descobriu uma série de outros carros e motas igualmente encalhados no deserto, mas que, esses ao menos, sabiam o caminho do regresso!
10.1.07
3ª Razão Por Que Somos Contra o Aborto
O ABORTO É CONTRA O HOMEM
O aborto não pode reduzir-se a um acto que apenas envolve a mulher que o pratica. Há pelo menos mais dois elementos fundamentais em todo o processso: o pai da criança e obviamente o nascituro.
Ao valorizar-se a vontade da mulher de prosseguir ou não com a gravidez, remete-se para segundo plano ou ignora-se completamente a vontade do homem, co-responsável pela concepção e paternidade. Desse modo, desvaloriza-se a sua participação no processo criativo. Ainda que muitas vezes o elemento masculino do casal não assuma a sua responsabilidade na família, através da despenalização e promoção do aborto livre, descartam-se completamente os deveres do pai da criança.
Sabe-se também, actualmente, que os homens podem sofrer de depressão pós-aborto, especialmente quando tal acto é realizado sem o seu conhecimento e autorização.
Dr. Jorge Cruz, Médico
O aborto não pode reduzir-se a um acto que apenas envolve a mulher que o pratica. Há pelo menos mais dois elementos fundamentais em todo o processso: o pai da criança e obviamente o nascituro.
Ao valorizar-se a vontade da mulher de prosseguir ou não com a gravidez, remete-se para segundo plano ou ignora-se completamente a vontade do homem, co-responsável pela concepção e paternidade. Desse modo, desvaloriza-se a sua participação no processo criativo. Ainda que muitas vezes o elemento masculino do casal não assuma a sua responsabilidade na família, através da despenalização e promoção do aborto livre, descartam-se completamente os deveres do pai da criança.
Sabe-se também, actualmente, que os homens podem sofrer de depressão pós-aborto, especialmente quando tal acto é realizado sem o seu conhecimento e autorização.
Dr. Jorge Cruz, Médico
9.1.07
Lisboa-Dakar
Ganhámos a primeira etapa! O quê? Não ouviram dizer nada? Bom, é porque a ganhámos moralmente. Assim que partimos de Lisboa, a minha amiga T. desatou a conduzir depressa, como se levasse o diabo atrás de nós. Eu a dizer-lhe "Ó T., olha que isto não é nenhum rally", a nossa amiga J. já baralhada com os mapas e com o GPS, eu a agarrar-me com força ao banco e ela nada. Claro que assim nem consegui tirar nenhuma foto. Ainda tentei lembrar-lhe as vezes (recentes) em que bateu, mas ela leva as coisas sempre muito a sério.
Como há malucos ainda mais doidos que a T., é claro que fomos ultrapassadas. E ainda bem. É que eu estava quase a arrepender-me de me ter metido nesta louca aventura, eu que, para além de odiar o calor e os desertos, também odeio carros, estradas e velocidades.
Como há malucos ainda mais doidos que a T., é claro que fomos ultrapassadas. E ainda bem. É que eu estava quase a arrepender-me de me ter metido nesta louca aventura, eu que, para além de odiar o calor e os desertos, também odeio carros, estradas e velocidades.
8.1.07
As minhas netas

As minhas duas netas mais velhas dão-se muito bem, ou melhor: o que uma faz, a outra repete instantaneamente. Se uma corre, correm as duas; se uma grita, gritam as duas; se uma quer colo, as duas querem colo.
Com as três cá em casa, a nossa atenção tem que dividir-se pelas três.
Admiro a forma como a Maria, a mais velha, aprendeu a lidar com a situação de ter deixado de ser a única, primeiro como neta, e agora como filha. Ela brinca e conversa com quem apanha a jeito ou mesmo sozinha. Não há problema. De vez em quando, uma festinha na cabeça da irmã.
Mas, estando a prima Joana, a festa está montada!
6.1.07
Lisboa-Dakar de novo

Pensávamos que tínhamos esgotado a nossa propensão para atravessar desertos no ano passado. A minha amiga T. bem insistiu comigo para nos inscrevermos e eu, népia. Desertos e calor não combinam comigo, disse-lhe.
Mas devo confessar que o relato dos preparativos e as imagens na baixa e arredores mexeram comigo: telefonei à T. e ela foi a correr lavar o carro (quem é que lava o carro quando vai para o deserto?!), fomos rapidamente convidar a nossa amiga J. e zarpámos.
Este ano, como sempre, a T. é a condutora, a J. é a navegante e eu? ora, eu vou no banco de trás, já que sempre me fez confusão encarar com o trânsito de frente. Eu limito-me às fotografias e à escrita. Bom, se necessário, também sou intérprete, isto se no norte de África se falarem as (poucas) línguas que domino.
Para começar, essa foto não é minha, que a minha máquina estava sem pilhas. É de um "compagnon de route" chamado www.pani.com.
5.1.07
Justiça
Comentei aqui há dias como Pinochet se foi, fugindo à justiça humana. Hoje, discute-se apaixonadamente a justiça da justiça infligida a Sadam. E cada vez mais a justiça que é feita cá pela terra nos deixa na boca o sabor amargo da sua ausência.
4.1.07
Manhã de Inverno
3.1.07
2.1.07
2ª Razão Por Que Somos Contra o Aborto
O ABORTO É CONTRA A MULHER
Sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde física, mental e emocional da mulher. Sabe-se actualmente que qulquer mulher que aborta voluntariamente, mesmo nas melhores condições de assistência médica, tem um risco acrescido de lesões no aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontâneoas posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, entre outros. Mais difíceis de quantificar, mas não menos importantes, são as consequências ao nível da saúde mental, nomeadamente depressão, sentimentos de culpa, sentimentos de perda, abuso de substâncias tóxicas e mesmo suicídio. O Colégio da Especialidade de Psiquiatria do Reino Unido (Royal College of Psychiatrists) chamou a atenção, já em 1992, para uma das consequências da liberalização do aborto nesse país.
"Ainda que a maioria dos abortos seja realizada com base no risco para a saúde mental da mulher, não há justificação de natureza psiquiátrica para o aborto. |Pelo contrário|, coloca as mulheres em risco de sofrerem perturbações psiquiátricas, sem resolver qualquer problema dessa natureza já existente."
Por outro lado, a despenalização total do aborto, ainda que nas dez primeiras semanas de gravidez, em vez de valorizar a vontade da mãe da criança pode expô-la a pressões por parte de familiares, do pai da criança, da entidade patronal ou mesmo de profissionais de saúde (p.e. por um alegado risco de malformações no feto que muitas vezes não se verificam), no sentido de interromper a gravidez, mesmo contra a sua vontade. Quanto mais permissiva for a lei, maior é a probabilidade destas situações ocorrerem.
Dr. Jorge Cruz (médico)
Sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde física, mental e emocional da mulher. Sabe-se actualmente que qulquer mulher que aborta voluntariamente, mesmo nas melhores condições de assistência médica, tem um risco acrescido de lesões no aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontâneoas posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, entre outros. Mais difíceis de quantificar, mas não menos importantes, são as consequências ao nível da saúde mental, nomeadamente depressão, sentimentos de culpa, sentimentos de perda, abuso de substâncias tóxicas e mesmo suicídio. O Colégio da Especialidade de Psiquiatria do Reino Unido (Royal College of Psychiatrists) chamou a atenção, já em 1992, para uma das consequências da liberalização do aborto nesse país.
"Ainda que a maioria dos abortos seja realizada com base no risco para a saúde mental da mulher, não há justificação de natureza psiquiátrica para o aborto. |Pelo contrário|, coloca as mulheres em risco de sofrerem perturbações psiquiátricas, sem resolver qualquer problema dessa natureza já existente."
Por outro lado, a despenalização total do aborto, ainda que nas dez primeiras semanas de gravidez, em vez de valorizar a vontade da mãe da criança pode expô-la a pressões por parte de familiares, do pai da criança, da entidade patronal ou mesmo de profissionais de saúde (p.e. por um alegado risco de malformações no feto que muitas vezes não se verificam), no sentido de interromper a gravidez, mesmo contra a sua vontade. Quanto mais permissiva for a lei, maior é a probabilidade destas situações ocorrerem.
Dr. Jorge Cruz (médico)
1.1.07
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