Há tempos inscrevi-me em tudo o que eram redes sociais: ele foi o Hi5, foi o Facebook (o único a quem sou fiel), ele foi o Twitter. Neste, escrevi uma coisa, já nem sei o quê, e esqueci tudo sobre ele: minha identidade, palavra-passe, tudo. Por que motivo será que continuo a receber no email
"Patty Qualquer Coisa is following you."
"Ron Outra Coisa is following you."
What?
27.4.10
26.4.10
Saídas dos Netos
Eu (ralhando com a neta, que acabava de verter o leite com chocolate no chão e no sapato dela): -Estás a ver? Não bebeste o leite todo e agora entornaste-o no chão!
Marta (3 anos, erguendo uma sobrancelha): -Qual é o proculema?
Marta (3 anos, erguendo uma sobrancelha): -Qual é o proculema?
25.4.10
25 de Abril
23.4.10
20.4.10
Por que razão
não se pode ter telefone, TV e internet sem pagar um balúrdio?
Por que razão essas 3 coisas ficam mais baratas num pacote?
Por que razão as diferentes companhias oferecem pacotes semelhantes, com preços semelhantes, mas com as diferenças suficientes para termos que tirar um curso sobre elas?
Enfim: depois de um longo estudo, optámos pelo Meo Qualquer Coisa. Agora o trabalho de cancelar as outras.
A ver se valeu a pena.
Por que razão essas 3 coisas ficam mais baratas num pacote?
Por que razão as diferentes companhias oferecem pacotes semelhantes, com preços semelhantes, mas com as diferenças suficientes para termos que tirar um curso sobre elas?
Enfim: depois de um longo estudo, optámos pelo Meo Qualquer Coisa. Agora o trabalho de cancelar as outras.
A ver se valeu a pena.
18.4.10
17.4.10
Vulcões e outras Interrupções

"Nunca pensei que um vulcãozinho na Islândia nos impedisse de voltar a casa", ou algo semelhante, disse Cavaco Silva, ainda na República Checa.
Todos nós lemos nos livros de História que um vulcão num ou noutro ponto do globo já produziu até mudanças climáticas irreversíveis. No entanto, assentamos as nossas vidas nos pressupostos tecnológicos, afirmando ao vento o que faremos amanhã e depois. Esquecemo-nos de dizer "se Deus o permitir..."
Um vulcãozinho como este Eyjafyahllajokull chega para nos lembrar que a nossa vida é como um vapor que se eleva e logo desaparece.
Deus: estamos (e queremos estar) nas Tuas mãos.
16.4.10
Aposentação ou Reforma?
Vou-me reformar (ou aposentar?).
A palavra 'aposentação' tem um ar mais nobre e é assim que as leis e Caixa da dita falam.
Reforma tem adquirido um ar reles nos nossos tempos. Falamos dos bancos dos reformados nos jardins, dos bairros onde só moram reformados, os lares de reformados. Bem, posso sempre lembrar-me dos áureos tempos da Reforma do séc. XVI.
Uma boa parte dos meus colegas professores anseiam pelo dia em que possam fazer o que eu fiz há umas semanas: "meter os papéis". Cedi finalmente à pressão da alteração das leis da aposentação de cada vez que me aproximo dela e estou a viver com algum gozo os meses que antecedem o adeus à escola, ao completar 40 anos de ensino. Há muitas coisas na profissão que continuo a fazer com muito gosto e de que vou ter muitas saudades. Há que dar lugar aos novos.
Que as coisas se alterem para muito melhor, é o que desejo à escola, aos alunos, aos profs.
A palavra 'aposentação' tem um ar mais nobre e é assim que as leis e Caixa da dita falam.
Reforma tem adquirido um ar reles nos nossos tempos. Falamos dos bancos dos reformados nos jardins, dos bairros onde só moram reformados, os lares de reformados. Bem, posso sempre lembrar-me dos áureos tempos da Reforma do séc. XVI.
Uma boa parte dos meus colegas professores anseiam pelo dia em que possam fazer o que eu fiz há umas semanas: "meter os papéis". Cedi finalmente à pressão da alteração das leis da aposentação de cada vez que me aproximo dela e estou a viver com algum gozo os meses que antecedem o adeus à escola, ao completar 40 anos de ensino. Há muitas coisas na profissão que continuo a fazer com muito gosto e de que vou ter muitas saudades. Há que dar lugar aos novos.
Que as coisas se alterem para muito melhor, é o que desejo à escola, aos alunos, aos profs.
15.4.10
13.4.10
12.4.10
O Tio Padre
Isto aconteceu no início dos anos 60 do século passado, quando o meu pai, pastor 'protestante', iniciava uma missão na cidade de Guimarães, enfrentando feroz oposição, se bem que alguma simpatia dos sectores ditos 'progressistas', mais conotados com o reviralho, como já contei aqui.
Acontece que a minha mãe tinha um primo direito padre, que morava no Porto e dava aulas num colégio. Nessa época, a distância psicológica entre Guimarães e o Porto era de centenas de quilómetros: o que se aceitava e fazia no Porto pouco tinha a ver com o que se achava decente e se praticava em Guimarães.
Um padre vir visitar um pastor protestante e andar pela rua em amena cavaqueira a seu lado foi tão estranho para os olhos vimaranenses da década de 60 como se um extraterrestre se passeasse pelo Rossio à hora de ponta!
Foi, na verdade, uma espécie de vingança perante o resto da população que tantas vezes nos tinha segregado: até nós éramos amigos de um sr. padre!
Acontece que a minha mãe tinha um primo direito padre, que morava no Porto e dava aulas num colégio. Nessa época, a distância psicológica entre Guimarães e o Porto era de centenas de quilómetros: o que se aceitava e fazia no Porto pouco tinha a ver com o que se achava decente e se praticava em Guimarães.
Um padre vir visitar um pastor protestante e andar pela rua em amena cavaqueira a seu lado foi tão estranho para os olhos vimaranenses da década de 60 como se um extraterrestre se passeasse pelo Rossio à hora de ponta!
Foi, na verdade, uma espécie de vingança perante o resto da população que tantas vezes nos tinha segregado: até nós éramos amigos de um sr. padre!
10.4.10
Adopção
Enche as manchetes de hoje o caso da criança russa de 7 anos devolvida pela mãe adoptiva americana, após 6 meses de convívio com um 'filho' que ela agora acusa de psicopata em potencial. O miúdo foi metido num avião sozinho, com uma carta na mão a anunciar a devolução. Escândalo tal, que os russos pensam em cancelar as adopções por parte de americanos.
Ainda esta semana foi dito que nos últimos 3 anos, 70 crianças em processo de adopção foram devolvidas em Portugal. Imagino que não deve ser fácil receber em casa não um recém-nascido, mas uma criança sofrida de 3, 4, ou mais anos. Mas devolvê-la porque não se dá com os 'primos' ou tem medo do cão da família, como li esta semana no DN, brada aos céus.
Curioso que, ainda esta semana, falava com uma amiga que é vizinha de uma família com 4 crianças, das quais só uma é filha natural, sendo portanto os outros 3 adoptados. Dizia-me ela que a mãe comentava há dias acerca do mais novo, que ele ainda tem problemas comportamentais, porque "ainda não está totalmente adaptado à nossa família".
Ainda bem que há tantos casos tão felizes!
Ainda esta semana foi dito que nos últimos 3 anos, 70 crianças em processo de adopção foram devolvidas em Portugal. Imagino que não deve ser fácil receber em casa não um recém-nascido, mas uma criança sofrida de 3, 4, ou mais anos. Mas devolvê-la porque não se dá com os 'primos' ou tem medo do cão da família, como li esta semana no DN, brada aos céus.
Curioso que, ainda esta semana, falava com uma amiga que é vizinha de uma família com 4 crianças, das quais só uma é filha natural, sendo portanto os outros 3 adoptados. Dizia-me ela que a mãe comentava há dias acerca do mais novo, que ele ainda tem problemas comportamentais, porque "ainda não está totalmente adaptado à nossa família".
Ainda bem que há tantos casos tão felizes!
7.4.10
5.4.10
4.4.10
2.4.10
1.4.10
28.3.10
25.3.10
Preparando a minha Reunião de Direcção de Turma
Tudo para uma reunião de Conselho de Turma é hoje preparado ao computador. Numa turma profissional, como é o meu caso, ainda mais. Todas as informações essenciais são partilhadas pelos meus colegas através de email. Todos os documentos estão, para já, em formato digital.
Hoje, quando tinha o email aberto para enviar uma mensagem importante a uma colega, a imagem do monitor congelou. É a actualização do anti-vírus, pensei. Esperei. Nada. O sinal do rato desapareceu. Decidi desligar o computador e voltar a ligar. Ligou, apitou e ficou tudo preto. Cego. Repeti o processo meia dúzia de vezes. Na mesma. Desespero. E agora? Que faço?
Levar o computador para o técnico, esperar semanas, pagar balúrdio, ai.
Chega o genro A. Esventra o bicho, mexe em qualquer sítio misterioso e a imagem volta ao monitor. Milagrosamente. Pelo menos, para a minha ignorância.
Muito gratos, A., muito gratos. Salvaste-nos o dia!
Hoje, quando tinha o email aberto para enviar uma mensagem importante a uma colega, a imagem do monitor congelou. É a actualização do anti-vírus, pensei. Esperei. Nada. O sinal do rato desapareceu. Decidi desligar o computador e voltar a ligar. Ligou, apitou e ficou tudo preto. Cego. Repeti o processo meia dúzia de vezes. Na mesma. Desespero. E agora? Que faço?
Levar o computador para o técnico, esperar semanas, pagar balúrdio, ai.
Chega o genro A. Esventra o bicho, mexe em qualquer sítio misterioso e a imagem volta ao monitor. Milagrosamente. Pelo menos, para a minha ignorância.
Muito gratos, A., muito gratos. Salvaste-nos o dia!
Subscrever:
Mensagens (Atom)











