9.8.11

Jovens tumultos


Durante anos ensinaram-lhes que tinham direito a tudo, sem nada lhes pedir em troca. Disseram-lhes que os pais não lhes podiam tocar nem com um dedo, mais: que podiam acusar os pais à polícia. Ensinaram-lhes que não era necessário respeitar os professores, nem os vizinhos. Agora, estes jovens descobrem o logro da sociedade afluente a que pensavam estar destinados. A polícia descobre que eles já não respeitam qualquer tipo de autoridade. Pede aos pais que os mantenham em casa! Agora?!
(Será só em Inglaterra?)

7.8.11

Acabei de ler


e apreciei muito! Recomendo a portugueses e brasileiros!

6.8.11

E agora em Francês!

Le mois d'août

Ô mes frères, voici le beau temps des vacances !
Le mois d'août, appelé par dix mois d'espérances !
De bien loin votre aîné ; je ne puis oublier
Août et ses jeux riants ; alors, pauvre écolier,
Je veux voir mon pays, notre petit domaine ;
Et toujours le mois d'août au logis nous ramène,
Tant un coeur qui nourrit un regret insensé,
Un coeur tendre s'abuse et vit dans le passé !
Voici le beau mois d'août : en courses, camarades !
La chasse le matin, et le soir les baignades !
Vraiment, pour une année, à peine nos parents
Nous ont-ils reconnus : vous si forts et si grands,
Moi courbé, moi pensif - Ô changements contraires !
La jeunesse vous cherche, elle me fuit, mes frères ;
Gaîment vous dépensez vos jours sans les compter,
Econome du temps je voudrais l'arrêter.
Mais aux pierres du quai déjà la mer est haute :
Toi, mon plus jeune frère, allons ! gagnons la côte ;
En chemin par les blés tu liras tes leçons,
Ou bien tu cueilleras des mûres aux buissons.
Hâtons-nous ! le soleil nous brûle sur ces roches !
Ne sens-tu pas d'ici les vagues toutes proches ?
Et la mer ! l'entends-tu ? Vois-tu tous ces pêcheurs ?
N'entends-tu pas les cris et les bras des nageurs ?
Ah ! rendez-moi la mer et les bruits du rivage :
C'est là que s'éveilla mon enfance sauvage ;
Dans ces flots, orageux comme mon avenir,
Se reflètent ma vie et tout mon souvenir !
La mer ! J'aime la mer mugissante et houleuse,
Ou, comme en un bassin une liqueur huileuse,
La mer calme et d'argent ! Sur ses flancs écumeux
Quel plaisir de descendre et de bondir comme eux,
Ou, mollement bercé, retenant son haleine,
De céder comme une algue au flux qui vous entraîne !
Alors on ne voit plus que l'onde et que les cieux,
Les nuages dorés passant silencieux,
Et les oiseaux de mer, tous allongeant la tête
Et jetant un cri sourd en signe de tempête...
Ô mer, dans ton repos, dans tes bruits, dans ton air,
Comme un amant, je t'aime ! et te salue, ô mer !

Auguste Brizeux (1803-1858)

(dedicado a todos os meus colegas que se esfalfam a ensinar Francês...)

4.8.11

Poesia de Agosto

Harvest

August, with its clouds of scented blooms,
August, with its great stacks of giant clouds,
August, with corn plants standing like rows of soldiers,
August, with watermelons, full and heavy, dozing in the sun,
August.

August, remember swimming in the lake?
August, remember baby Alice daintily eating berries from the vine?
August, remember Richie playing with the goat?
August, remember Donald practicing on his new saxophone?
August.

August, and its lightening laced sky,
August, and newlyweds Pat and Chet decorating their first home,
August, and Billy the Brave, Billy the Fearless, on his two wheel bike,
August, and shimmering memories hanging like drops of dew,
August.

August, the bountiful, August the full,
August, Mama hot, but smiling, over a platter of succulent roast chicken,
August, Daddy mixing her a frosty mint julep,
August, blessed harvest of memories,
August.

Mary Naylor

1.8.11

Sê bem-vindo, Agosto!


"Summer Rain" de Peter Marin

28.7.11

John Stott na Glória!


John Stott deixou-nos ontem aos 90 anos. Pastor luterano, estudioso das Escrituras, escritor de grande capacidade de fazer entender a Bíblia de uma forma simples. Tenho usado muitos dos seus estudos bíblicos nas Classes de Jovens em que tenho sido professora.
Mais um grande homem do lado de lá.

26.7.11

Dia da Rebeca!


A nossa 4ª neta Rebeca completa hoje 4 anos! Parabéns! Que Jesus te acompanhe nos caminhos da tua vida!

Dia dos Avós


Vivam os avós! Vivamos nós!

20.7.11

Parabéns, Ana Rute e Tiago!

Voltei ontem à escola


Voltei para o clássico jantar de fim de ano. Desta vez, eu e todos os colegas que se aposentaram neste ano lectivo tivemos a grata surpresa de receber esta bela peça, das mãos do Director da Escola. Fiquei surpreendida e muito feliz!

17.7.11

Alves dos Reis

Alves dos Reis foi talvez o burlão português mais conhecido, tendo até dado origem a uma série televisiva. Mas a misericórdia de Deus é grande e Alves dos Reis veio a ter um encontro com Ele e a tornar-se um Filho de Deus. Ainda há esperança, portanto, para mim e para ti.
Retirei este artigo, com a devida vénia, daqui.

O Burlão que Procurou Deus


Em 1955, no dia 9 de Julho, morreu de enfarte do miocárdio, aquele que foi o maior burlão da história portuguesa, Artur Virgílio Alves dos Reis, homem de invulgar inteligência, nascido numa família de parcos recursos.
O seu nome ficou conhecido e para sempre ligado à história portuguesa devido à falsificação de duzentas mil notas de 500$00 do Banco de Portugal, mas isso foi só uma parcela da série de esquemas fraudulentos que perpetrou e lhe deram uma vida faustosa.


O que me leva a falar de Alves dos Reis, não é a vida devassa, engenhosa e criminosa que teve, mas o que poucos sabem e tem a ver com o amor misericordioso de Deus.

“Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro.”
Isaías 43: 25

Preso a 6 de Dezembro de 1925, enquanto aguardava julgamento, Alves dos Reis começou a estudar a Bíblia, em busca de auxílio para se redimir dos males que tinha feito.
Em Maio de 1930, foi julgado e fez a confissão de todos os crimes de que estava acusado, sendo condenado a 8 anos de prisão e 12 de degredo.
Depois, enquanto cumpria a pena, dedicou-se à escrita do livro “O Segredo da Minha Confissão”, no qual reafirmou o que dissera em tribunal, tanto na revelação da culpa, como na defesa de todos os que envolvera como cúmplices nas fraudes por si arquitectadas.

O 1º volume foi publicado em 1931, com enfoque nos versículos:

“Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes? Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.” – João 8: 46-47
“Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?” – Mateus 7: 16

e o 2º volume em 1932, que abria com a citação:

“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam, mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” – Mateus 6: 19-21

Na Penitenciária de Lisboa, veio a conhecer José Ilídio Freire (ancião da Igreja Evangélica das Amoreiras) que ali se deslocava para pregar o Evangelho e dar assistência espiritual aos reclusos. E, foi com ele que Alves dos Reis aprofundou a Palavra de Deus e se converteu ao protestantismo.

Saiu em liberdade a 5 de Maio de 1945.

Passou então a frequentar a Ig. das Amoreiras, tendo chegado a apresentar mensagens. Mas teve de enfrentar uma vida de dificuldades e sem reintegração na sociedade, curiosamente, não pelo seu passado, mas pela sua fé evangélica que o regime de Salazar deplorava.
Os três filhos: Guilherme Joaquim, José Luís e Luís Filipe, sofreram de graves problemas de saúde (doença degenerativa e paralisante), sendo que um morreu ainda jovem.
Alves dos Reis morreu pobre, mas deixou um legado de fé aos filhos que se converteram e vieram a frequentar a III Igreja Evangélica Baptista de Lisboa (um, transportado num “tabuleiro” e o outro que, deslocando-se com duas bengalas, permanecia de pé encostado a uma coluna propositadamente almofadada para ele). Esse, o Guilherme, teve três filhos que também educou no Caminho de Deus.

Isto prova que, não interessa qual é o estado moral ou físico da pessoa, para Deus não há impossíveis.

“Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento.” – Mateus 9: 13



16.7.11

Segredos do Lar

Com o despedimento da mulher a dias e a minha reforma, passei a dedicar-me mais aos pequenos problemas domésticos e a descobrir alguns segredos. Por exemplo:
Para as pequenas manchas nos móveis, como aquelas que são causadas por mãos pequeninas, é só pegar num toalhete de bebé e esfregar bem.
Experimentem!

15.7.11

Oração Infantil



in Lucie Attwell's "Little One's Book of Prayers" (minha tradução)

Dedico esta oração aos meus netinhos!

13.7.11

O Cordeiro


Cordeirinho, quem te fez?
Sabes quem é que te fez?
Deu-te relva junto à ria
Deu-te vida e alegria.
Deu-te veste de encantar
Lã macia a te embrulhar.
Os montes encheu de balidos
E os vales adormecidos.
Cordeirinho, quem te fez?
Sabes quem é que te fez?

William Blake (minha tradução)

10.7.11

Igreja


Completou hoje 57 anos a minha igreja. Numa época difícil, apenas dois meses após termos perdido de forma tragicamente súbita o nosso pastor, reunimo-nos em volta da Palavra e agradecemos a Deus por podermos continuar em Seu nome.
"De resto, sejam|os fortes no Senhor e confiantes no Seu imenso poder." (Ef. 6:10)

9.7.11

"Nada me Faltará"


Ainda a propósito do 'testamento' de Maria José Nogueira Pinto.