27.5.11

Parabéns, Josué!


Completas hoje 2 anos cheios de alegria e vivacidade. Que Deus te acompanhe sempre ao longo de uma vida muito abençoada!

24.5.11

Recomecei


a lê-la de capa a capa, agora nesta versão em português corrente.

23.5.11

Miúdos...

Joaquim, 3 anos:
- Avó, porque é que não tens filhos?

... ... ... ...

- Avó, quem é a tua mãe?
- A minha mãe é a tua bisavó Ana! Ela já está no céu há muito tempo.
- E o teu pai?
- É o teu bisavô Joaquim. Por causa dele é que te chamas Joaquim! Ele também está no céu há muito tempo.
- E eles namoram?

20.5.11

Parabéns, marido!


O super-avô desta casa completa mais um ano hoje!

16.5.11

O meu 'wallpaper'


a fotografia é minha

11.5.11

Parabéns, Caleb!


O nosso netinho mais novo completa hoje o seu primeiro aniversário. Que Deus lhe dê uma vida longa, saudável e muito abençoada deseja aqui a Avozinha!

10.5.11

Compromisso

Muitos me têm lido aqui em acesa crítica ao governo e políticos em geral. Neste momento e para mim, basta! Comprometo-me a deixar de criticar e passar apenas a orar por:

- um despertamento do Seu povo em Portugal e na Europa;
- por um governo de acordo com o coração do Senhor.

"Se nessa altura este meu povo a quem dei o meu nome se humilhar e fizer oração e se me procurar e abandonar a sua má conduta eu o escutarei lá do céu. Perdoarei os seus pecados e voltarei a dar prosperidade ao seu país". (II Crónicas 7:14-15)

7.5.11

Homenagem a António Miguel Pires


Abandonou-nos hoje, consternados, chocados e sem palavras, com apenas 50 anos de idade e tanto para dar! Foi pastor da nossa igreja nos últimos (quase) 12 anos e correu para a Glória sobre a qual tanto nos pregou e ensinou. Deixou-nos esta última citação:
"Aqueles que possuem o vento do Espírito Santo seguem adiante mesmo enquanto dormem". (Irmão Lawrence)
Segue adiante, Tomi, que também te seguiremos.

3.5.11

Parabéns, Maria!


Pedi à Maria que desenhasse a sua festa de 7 anos para o meu blogue e ei-la aqui, a apagar a vela gigante do seu bolo de aniversário. Desenhou apenas a família mais próxima do nosso lado, porque se incluísse também os outros avós, os tios e primos, não haveria papel que chegasse... Graças a Deus pela grande família para ir acompanhando a tua vida, querida neta, que desejo muito, mas mesmo muito feliz e abençoada!

1.5.11

David Wilkerson no lado de lá da eternidade


David Wilkerson foi um pastor evangélico norte-americano, que se deixou desafiar por Deus para iniciar um trabalho - do qual não percebia nada - com gangues de jovens violentos, na cidade de Nova Iorque, nos anos 50. Deu início ao Desafio Jovem (Teen Challenge), que tem arrancado milhares às garras da dependência em todo o mundo. Fundou também uma famosa igreja no coração da cidade, em Times Square.
Pois este nosso irmão partiu para o Senhor no passado dia 27 de Abril, num acidente de viação. No mesmo dia, tinha publicado no seu blogue um post, do qual cito este pedaço:

Wednesday, April 27, 2011

WHEN ALL MEANS FAIL

...

To those going through the valley and shadow of death, hear this word: Weeping will last through some dark, awful nights—and in that darkness you will soon hear the Father whisper, “I am with you. I cannot tell you why right now, but one day it will all make sense. You will see it was all part of my plan. It was no accident. It was no failure on your part. Hold fast. Let me embrace you in your hour of pain.”

Beloved, God has never failed to act but in goodness and love. When all means fail—his love prevails. Hold fast to your faith. Stand fast in his Word. There is no other hope in this world.

30.4.11

Joana e Júlia

Temos vindo a passar uns dias cada semana em casa da nossa filha Sara, mãe destas duas meninas, enquanto o nosso genro está fora. Para a Júlia, 2 anos, eu sou a "Xixa"...
Com a Joana, 5 anos, entretivémo-nos a jogar dominó à séria: é que a Joana aprendeu rapidamente o suficiente para ganhar várias partidas!

26.4.11

Maria

A minha primeira neta Maria, 6 anos ainda, já sabe ler. Há dias, pegou pela primeira vez num livro de banda desenhada cá em casa e pediu-me que lho lesse. Disse-lhe: "Maria, já sabes ler, lê tu!"
Sentou-se com o livro na mão a decifrar os balões. Quando, passado um bocado, a vi rir alto, percebi que a Maria já tinha sido conquistada pela BD!

25.4.11

25 de Abril


Ao contrário de Otelo Saraiva de Carvalho, considero que valeu bem a pena que eles tenham feito o 25 de Abril. É que eu era já adulta, professora e mãe, quando a coisa ocorreu e sei bem qual foi a diferença.
Em tempos de crise como a que atravessamos é que é mais importante distinguir o essencial do acessório. Se é que o bem-estar económico se pode considerar acessório.

24.4.11

Páscoa de Vida!


Porque Ele vive, eu vivo!

22.4.11

"De Lança Na Mão"



de Ruth Bell Graham

Curar um ódio

exige graça

que não há. Há

a mágoa que se agita

e amargura

- e negro desespero.

Não há amor. Não há graça.

Não há o poder de escolher.

Ouço um silêncio.

Então

sinto a Sua face.

Os Seus olhos perscrutadores

agarram-se aos meus

e não me soltam.

Através de lágrimas quentes

vi e compreendi:

Ele pendia alto da cruz

e eu estava de lança na mão

de onde pingava sangue

capacete na cabeça.

Vi-O morrer;

mas mesmo antes, Ele disse:

“Perdoa-lhes pois

eles não sabem

o que fazem”...

Então morreu.

Lentamente, ergui a cabeça:

as núvens estavam desorganizadas

o céu claro

o sol quente

nada tinha mudado:

A dor ainda estava lá

só que

o ódio tinha desaparecido.

21.4.11

"Golgotha"


de Robert Liddicoat

11.4.11

A Crise e o Futuro

Este texto foi escrito no pós II Guerra Mundial pela escritora inglesa Dorothy Sayers no seu ensaio "Why Work". Parece estranhamente um retrato fiel da nossa sociedade, de que talvez tenhamos que nos vir a despedir num futuro próximo...


"Lembram-se – já vai sendo difícil recordar – de como as coisas eram antes da guerra? As meias baratas que comprávamos e deitávamos fora para poupar o trabalho do conserto? Os carros de que nos desfazíamos todos os anos para andarmos na última moda de design do motor e de desenho aerodinâmico? O pão e ossos e pedaços de gordura que enchiam os caixotes do lixo – não só dos ricos, também dos pobres? As garrafas vazias que até o homem do lixo se recusava a levar, porque os fabricantes achavam mais barato fazer novas que lavar as velhas? As montanhas de latas vazias que ninguém achava que valesse a pena aproveitar, enferrujando e cheirando mal nos monturos de lixo? A comida que era queimada ou enterrada, porque não compensava distribuí-la? A terra sufocada e empobrecida com cardos, porque não compensava pagar para cultivá-la? Os lenços de tecido usados para trapos de pintura e pegas de cafeteira? As luzes eléctricas deixadas acesas, porque dava muito trabalho apagá-las? As ervilhas frescas que deixávamos de debulhar e trocávamos por qualquer coisa em lata? O papel que obstruía as prateleiras, jazia nos parques pelo joelho e enchia os assentos dos comboios? Os ganchos de cabelo espalhados e louça em cacos, os pequenos enfeites de aço, madeira, borracha, vidro e lata que comprámos, para preencher meia hora livre na loja da moda e que logo esquecemos? Os anúncios implorando, exortando, lisonjeando, ameaçando e obrigando a saciar-nos com coisas que não queríamos, em nome da mania das grandezas, da ociosidade e do “sex appeal”? E a feroz escalada internacional para encontrar em nações indefesas e atrasadas um mercado onde podíamos despejar todo o lixo supérfluo que as máquinas inexoráveis produziam hora a hora, para criar dinheiro e emprego?"