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Uns mesitos antes de
a nossa amiga F. passar para o lado de lá da eternidade, estivémos a jantar em sua casa. Durante a amena conversa que mantivémos, ela falou em como gostaria de ter uma máquina destas. Nós temos uma e contámos-lhe como ela pode ser útil. Nessa altura, estávamos longe de imaginar que seria o nosso último jantar familiar com ela.
Ela partiu e, de tantas coisas boas que recordo da F. - a sua voz, a sua serenidade, a sua amável presença - não posso ver publicidade a uma máquina de pão sem que me lembre dela! E ela vai sempre voltando à nossa memória, especialmente numa época como esta, em que está prestes a ser avó. E como ela ia gostar disso! O que ela adorava os sobrinhos-netos!
Até logo, F.! Em frente a uma chávena de chá celestial e uma fatia de pão caseiro!