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(Poster do filme)
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(Os verdadeiros Paul Rusesabagina e esposa Tatiana)
Vi ontem este filme na RTP pela primeira vez e deu-me muito que pensar: na facilidade com que o ódio absurdo surge e frutifica, no heroísmo de um homem só, na incapacidade que nós, o resto do mundo, tem de intervir quando é necessário.
Fez-me pensar também na nossa responsabilidade como povos colonizadores em relação ao que deixámos nas terras a que chamámos nossas. Como no Ruanda, os conflitos étnicos do presente têm tudo a ver com a forma como o colonizador tirou partido da existência de povos diferentes obrigados ao convívio e das consequentes rivalidades. Isto, é claro, não releva as culpas dos próprios povos que lutam pelo poder, como em "Hotel Ruanda".
1 comentário:
Vi em DVD e chorei no final, bem como quando peguei na minha filhota para a deitar na cama...e estamos nós para aqui neste cantinho a ver passar os horrores!
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