3.11.05

Muito obrigada, sr. Primeiro Ministro!

Os dois dias de férias que nos concede a partir dos 60 anos vão ser preciosos! Para já, espero bem que quando eu lá chegar (se chegar), já o senhor não seja o nosso primeiro. Em segundo lugar, nas escolas secundárias já mal conseguimos gozar os dias que temos... Este ano, tínhamos que as marcar entre 25 de Julho e 31 de Agosto. Todos. De facto, acabei por ter que adiar as minhas férias, por causa dos exames!
Never mind!

15 comentários:

Anónimo disse...

Quer quem? O Santana? O Durão?
E ainda critica ele está a dar mais dias de férias...pobre e mal agradecida é o que se costuma dizer...e desculpe a minha sinceridade.

Luh disse...

São uns mãos rotas para nós, não são? Cada vez "gosto" mais do governo...

Obrigada pelos parabéns, que retribuo!!!

Uma que já pediu a aposentação, mesmo indo perder 13,5%... Só de me lembrar que tinha que aguentar até aos 65!!!
Quero morrer reformada...

Risos

Luh disse...

Eu não desculpava...Podia ter deixado o nome...

YAMI disse...

Olá
Antes demais muito obrigado pela mensagem deixada no meu blog..e claro que vim logo a correr a ver se era alguma avozinh alinda das minhas meninas e deparo-me com este magnifico canto - Muitos Parabens!!!

E já agora - que venham mais ferias não é?..
beijinhos da mama yami

- vou voltar sempre!!!

rhhu disse...

Nice, todos temos que trabalhar até aos 65 anos e com muitíssimo menos regalias que qualquer funcionário publico. Quem me dera mais férias. Quem me dera alguma garantia de receber no final do mês. São sempre os mais privilegiados que passam a vida a queixar-se.

Avozinha disse...

Já estive aí, querida Rhhu, durante 24 anos. Sei bem do que falas. Uma coisa não justifica a outra.

Tiago Cavaco disse...

Os professores são uma raça que não interessa ao Menino Jesus.

Fernando Macieira disse...

Avózinha:
Preferia ter antes 22 dias úteis mas trabalhar 40 horas por semana (+ extras) sem interrupções de Carnaval, Páscoa e Natal (que não são contabilizadas para as férias de Verão) e no lugar de aturar alunos levar com grosseirismo e competição e um patrão intratável? Ganhar menos com as mesmas habilitações?

Nuno disse...

Este pessoal passa-se. Cada um trabalha onde merece e em consequência da sua formação. Os funcionários públicos não têm mais regalias que os outros, pelo contrário. A minha mãe trabalha para o Estado desde os 17 anos (tem 53) e não me lembro de regalias nenhumas, a não ser o facto de ela fazer o trabalho dela e da colega do lado e ganhar o mesmo. Neste momento ela gere uma escola praticamente sozinha e ganha menos que uma auxiliar!!! A atitude do Governo é vergonhosa.
E as pessoas que mandam bitaites falam de uma realidade que não conhecem.
Quanto ao Sr. do patrão estúpido, vê-se que nunca tentou aturar uma turma de meninos de subúrbio...boa sorte!

Fernando Macieira disse...

Caríssimo Nuno:
Não é caso para se exaltar dessa maneira.Este senhor que escreve sobre os professores e a sua função é-o há precisamente 29 anos.Trabalhei fora do circuito seis anos e voltei.Era a única profissão que me permitia acompanhar o crescimento dos meus filhos sem chegar a casa de noite.Meninos dos subúrbios é missão que me encanta e que todos os anos trato de me relacionar e apaixonar!dou aulas e tenho orgulho na função que exerço e não me sinto injustiçado.Escolhi este caminho e o problema de muitos professores é que o escolhem por falta de alternativas e não por vocação!

Tiago Cavaco disse...

Nuno, diz que tens de ir à casa de banho e sai.

Avozinha disse...

Eu disse que gostava de comentários, mas não abusem!

Sara disse...

Crucifiquem os funcionários públicos (profs. incluídos) e os patrões. O mundo será melhor certamente!

rhhu disse...

É precisamente essa a questão, Sara, basta alguém não achar os professores os maiores coitadinhos e não lhes passar com a mão pela cabeça, e acham logo que estão a ser crucificados.

Nuno disse...

Fernando Macieira,

Não vou seguir a sugestão do Voz. Antes lhe digo que se está bem como está, tudo bem, o problema é seu. Mas não normalize o seu contentamento. O funcionário público português fica muito a perder, em comparação com os congéneres europeus, por exemplo.Eu não me referi só aos professores, aliás, o exemplo dado nem se reporta a tal. Quanto aos subúrbios, bem depende do eu e você entendemos por subúrbio! Tipo: Subúrbio margem sul ou americano. Se é o primeiro, tiro-lhe o chapéu. Ah! E não estava nervoso, é mesmo assim...